Já decidido. Poema a ser dito no auditório Carlos Paredes no dia 2 de fevereiro no programa ESPECTÁCULO - «AO ENCONTRO DE BOCAGE».
AMAR DE AMAR
Descendo a rua vazia
À procura de ninguém ver
O que bem sabia...
Sem vontade de esconder.
Seu sonho bem fechado
Seu pensamento aberto
Esquecendo o sagrado
Para a vida bem desperto.
Até chegar a hora tardia
Do natural ponto final
Em que a vida se desafia
De sinal em sinal.
E antes de aí chegar
Cada qual por sua vez
Dois corações de encantar
Se amarem vez à vez.
São um, dois corações
Qual deles o mais desfeito
Contrariando recordações
Com respeitinho e respeito.
À espera dum tempo criado
Que poderá nunca chegar
Por mais que seja chamado
AMAR DO VERBO AMAR!.
in poemas meus
lobo mata
sábado, 26 de janeiro de 2013
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Dito no auditório Carlos Paredes em 9 de Junho de 2012
Liberdade
Quem disse ao sol para deixar o azul do céu
E à lua que se escondesse no (fundo) mar
Não queria saber quanto da vida se perdeu
Pelos vindouros; querendo vos achar
E desse achamento libertador renasceu
Qual destino premonitório em tal lugar
Rica e Linda águia que demónios venceu
Bem como a angústia no manifesto olhar.
Angústia altaneira qual voo de condor
Dominando ciprestes entre montanhas
Planando livremente, voando sem temor
Anulando, assim, destemidamente a dor
Libertada das espremidas entranhas
Por amor; feita de amor, sem ódio; desamor.
In poemas meus LivII
Lobo mata
Cumprida a promessa.
Prometa dedicar mais atenção e voltar brevemente!
Liberdade
Quem disse ao sol para deixar o azul do céu
E à lua que se escondesse no (fundo) mar
Não queria saber quanto da vida se perdeu
Pelos vindouros; querendo vos achar
E desse achamento libertador renasceu
Qual destino premonitório em tal lugar
Rica e Linda águia que demónios venceu
Bem como a angústia no manifesto olhar.
Angústia altaneira qual voo de condor
Dominando ciprestes entre montanhas
Planando livremente, voando sem temor
Anulando, assim, destemidamente a dor
Libertada das espremidas entranhas
Por amor; feita de amor, sem ódio; desamor.
In poemas meus LivII
Lobo mata
Cumprida a promessa.
Prometa dedicar mais atenção e voltar brevemente!
sábado, 6 de agosto de 2011
É tempo de.
Depois de longa ausência vamos tentar por as contas em dia.
Muito há a dizer mesmo em tempo de férias, que neste ano de 2011 as férias pouco ou nada querem dizer, para muitos, claro, porque continuam (pode dizer - se ) os que estão sempre em férias mesmo quando trabalham .... que grande trabalho...
E ele é necessário, esse tipo de trbalho também é necessário, só que os que usufruem dele devem reconhecer isso mesmo e ....não digo mais!
Digo antes o meu último poema que pretende ser um soneto à Bocage... Porque nâo?
DEUS, VIDA E AMOR
Nas tuas faces lisas, tão rosadas
De vida ávidas e deslumbrantes
Caem beijos de Deusas danadas
Com os homens soturnos e flamantes
Nas tuas faces lisas e brandas
Onde correm lágrimas sonantes
Deixo caricias, doçuras sentidas
Únicas, unidas e tão marcantes
De vida que é mais que aventura
Em dias e noites de tanta dor
Sós, perante tanta desventura
Ultrapassada com todo o ardor
Pelos novos tempos de loucura
Em nome de Deus, da vida, do amor!
Muito há a dizer mesmo em tempo de férias, que neste ano de 2011 as férias pouco ou nada querem dizer, para muitos, claro, porque continuam (pode dizer - se ) os que estão sempre em férias mesmo quando trabalham .... que grande trabalho...
E ele é necessário, esse tipo de trbalho também é necessário, só que os que usufruem dele devem reconhecer isso mesmo e ....não digo mais!
Digo antes o meu último poema que pretende ser um soneto à Bocage... Porque nâo?
DEUS, VIDA E AMOR
Nas tuas faces lisas, tão rosadas
De vida ávidas e deslumbrantes
Caem beijos de Deusas danadas
Com os homens soturnos e flamantes
Nas tuas faces lisas e brandas
Onde correm lágrimas sonantes
Deixo caricias, doçuras sentidas
Únicas, unidas e tão marcantes
De vida que é mais que aventura
Em dias e noites de tanta dor
Sós, perante tanta desventura
Ultrapassada com todo o ardor
Pelos novos tempos de loucura
Em nome de Deus, da vida, do amor!
sábado, 26 de março de 2011
poesia- soneto
Deixem - me ouvir os sons do silêncio
Em vez de palavras mal medidas
Ditas ou nâo por beneficio
De verdades incompreendidas.
Deixem - me olhar o precipício
E descer as rochas rendilhadas
Num espaço e tempo de oficio
Natural, e natureza reprimidas
Na proclamação aos aflitos
Que a vida em solidão não salva
Quando dominada por conflitos
Aos prazeres do corpo e da alma
Que deviam ter sido previstos
Pensados, e resolvidos com calma.
in poemas meus
lobomata
Em vez de palavras mal medidas
Ditas ou nâo por beneficio
De verdades incompreendidas.
Deixem - me olhar o precipício
E descer as rochas rendilhadas
Num espaço e tempo de oficio
Natural, e natureza reprimidas
Na proclamação aos aflitos
Que a vida em solidão não salva
Quando dominada por conflitos
Aos prazeres do corpo e da alma
Que deviam ter sido previstos
Pensados, e resolvidos com calma.
in poemas meus
lobomata
domingo, 24 de outubro de 2010
Reentrada
É tempo de regressar.
Regressando com a despedida; falando do caro amigo Marcelo já que o seu parceiro de "paródia" deixou de movimentar - se nos ambientes televisivos. AINDA BEM!
Meu caro Marcelo. Passei por Moçambique na guerra nos anos de 1970/72 e não gostei do que disse e ouvi...Tenho pena por aquele país que merecia mais e melhor, muito mais e melhor de politicos que não passam de oportunistas ou pior que isso ... como cá! Não é?
E nós também mereciamos mais e melhor comentário quando diz que o governo na educação tem de transformar o público em privado. Que grande solução!
Eu propunha já a seguinte experiência: Vamos trocar os alunos da melhor escola privada com os da pior escola pública e no final da exerimentação concluiremos... Claro Dr. Marcelo... clarissimo!
Depois destes ditos por Marcelo "no seu melhor" o resto não passou daquilo que na sua ausência está farto de ser dito... por tantos outros exceto a candidatura do natural candidato...CAVACO.
Parece que até o Dr. Marcelo sabia que tinha de dizer algo novo senão passaria despercebido o seu regresso de terras africanas.
A sua "reentrada" (deixemo - nos de "rentrée") também não foi nada de novo porque não chegou a haver saída ... como não houve de PS e PSD, e se bem que tivessem tentado várias reentradas não deixaram de ser continuidade na continuidade. Isto é... pior! E ISTO DÓI! SE DÓI!
lobo mata
Regressando com a despedida; falando do caro amigo Marcelo já que o seu parceiro de "paródia" deixou de movimentar - se nos ambientes televisivos. AINDA BEM!
Meu caro Marcelo. Passei por Moçambique na guerra nos anos de 1970/72 e não gostei do que disse e ouvi...Tenho pena por aquele país que merecia mais e melhor, muito mais e melhor de politicos que não passam de oportunistas ou pior que isso ... como cá! Não é?
E nós também mereciamos mais e melhor comentário quando diz que o governo na educação tem de transformar o público em privado. Que grande solução!
Eu propunha já a seguinte experiência: Vamos trocar os alunos da melhor escola privada com os da pior escola pública e no final da exerimentação concluiremos... Claro Dr. Marcelo... clarissimo!
Depois destes ditos por Marcelo "no seu melhor" o resto não passou daquilo que na sua ausência está farto de ser dito... por tantos outros exceto a candidatura do natural candidato...CAVACO.
Parece que até o Dr. Marcelo sabia que tinha de dizer algo novo senão passaria despercebido o seu regresso de terras africanas.
A sua "reentrada" (deixemo - nos de "rentrée") também não foi nada de novo porque não chegou a haver saída ... como não houve de PS e PSD, e se bem que tivessem tentado várias reentradas não deixaram de ser continuidade na continuidade. Isto é... pior! E ISTO DÓI! SE DÓI!
lobo mata
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