segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Bem sei que é, era tempo, de um comentário politico-social. Tempo de voltar a dizer "mal"do Marcelo... porque nunca diz tudo ... porque deixa ficar as coisas entre as linhas ... porque não quer maldizer de quem deve dizer ..mal.... não se esconde.... pôe-se na sombra.  E eu não gosto de domingos assim! Se não gosto de domingos assim ... menos gosto das quintas feiras que começam a quausar bocejo... Tanto ênfase para se dizer o que se está a preparar e criar o impacto positivo para ser aceite o  negativo que vier.  Causa nojo  a conversa mole ao moribundo.... Sr. Marques Mendes... CHEGA!   É demais ouvir OUTROS comentários imbecis ... como.. o de que  a lei aprovada para que os politicos não tivessem mais de três mandatos sucessivos só se destinava ao exercicio na mesma autarquia...etc. Nós somos para estes imbecis uma cambada de idiotas? Nós somos uma cambada de idiotas? Não é tempo de tratar destes imbecis como merecem??? RUA! DESPREZO! EU IA DIZER OUTRA COISA, MAS  DIGO APENAS POR AGORA... NÃO VOTEMOS NA IMBECILIDADE!!!

Como comecei por: bem sei que era tempo. Mas quero ser outro tempo... assim acho bem...

CCXXIV

SUAS PALAVRAS DOCES
«NOS LÁBIOS DE TANTA COR»
PEDIAM MINHAS PRECES
E MINHAS LÁGRIMAS DE AMOR.
                                         lobo mata

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MEU QUERIDO PORTUGAL

Cito de memória...

«Já não sei quem sou
Nem o que faço aqui.
Sei que estou sofrendo
penas de amor por ti.»

... Para iniciar este introito politico de quase desesperação.

Agora chamam remodelação governamental (?) à mera substituição de um.. dois...  secretários de estado sem importãncia nenhuma, talvez porque o governo não tem remodelação possivel.
E o «mundo » mente!
O mundo dos comandantes da informação - falada e escrita - e outras que tais.
Mentem! Descaradamente... e assim vão conseguindo os objectivos a que se propuseram.

O ministro da educação vai acabando com ela... e outra virá... a ver vamos!
O (A) ministro da agricultura, o que é isso das pescas... etc.. etc.. ainda existe!? Vai passeando por aí dizendo algo «bom e bonito» e nós na mesma! Importando flores de quem não nos considera muito!(Da Madeira....nada). Importando alimentos  duma agricultura "rica" subsidiada por ricos que nada querem ... com os pobres que fazem a sua riqueza.
O ministro da economia que não existe, anda por aí à espera que apareça, bem como o trabalho... louvo - lhe o esforço.
O ministro da saúde vai paulatinamente (vê-se no olhar) fazendo o que se propôs..... acabar com o S.N.S. Claro que não vai acabar com os hospitais... alguns se vão acabando dando lugar a outros... claro!
 E aqui eis a A.D. S. E. Essa outra coisa, que é apenas a mesma coisa, a servir de cavalo de batalha ou cavalo de madeira (que um dia serviu para outros invasores entrarem no amuralhado ) e vencerem tal inimigo... vasto inimigo.

E o outro mundo. O mundo dos, já, pobres e aqueles que se aproximam...vão caindo na esparrela.
Sem saberem o que foi e porque foi. Sem saberem o que é... e porque cada vez mais ...NÃO É! Ou é mesmo o S.N.S. que cada vez mais... menos é!
E é desta forma que entro no ministério da solidariedade, esse ministro contador... desculpem "cantador" de loas às Misericórdias... e à reposição da sopa dos pobres etc. etc. etc.

E  assim chegamos ao nosso Gaspar (faz de facto lembrar Salazar).
Salazar não só criou  a A.D.S.E. Que já não é?! Criou as  «casas do povo» Lembram-se? Claro que não! Foi uma boa coisa no tempo... e vai ter de ser reposta, porque o Gaspar inteligente, como Salazar, percebe que para continuar a ser, vai precisar do povo.
Era e é preciso que o pobres não morram.... porque sabem que o PAÍS existe por eles e eles o elegem. E é assim que chegamos ao primeiro ministro. Quanto a esse: sabemos que existe!
Mas ele sabe que existe?
Sabe o que faz aqui?

Meu querido Portugal.

«Já não sei quem sou
Nem o que faço aqui.
......................
.........................
Sei que estou morrendo
De tanto amor por ti!»
                    In escritos meus
                      Lobo mata

sábado, 26 de janeiro de 2013

Já decidido. Poema a ser dito no auditório Carlos Paredes no dia 2 de fevereiro no programa  ESPECTÁCULO - «AO ENCONTRO DE BOCAGE».


AMAR DE AMAR


Descendo a rua vazia
À procura de ninguém ver
O que bem sabia...
Sem vontade de esconder.

Seu sonho bem fechado
Seu pensamento aberto
Esquecendo o sagrado
Para a vida bem desperto.

Até chegar a hora tardia
Do natural ponto final
Em que a vida se desafia
De sinal em sinal.

E antes de aí chegar
Cada qual por sua vez
Dois corações de encantar
Se amarem vez à vez.

São um, dois corações
Qual deles o mais desfeito
Contrariando recordações
Com respeitinho e respeito.
À espera dum tempo criado
Que poderá nunca chegar
Por mais que seja chamado
AMAR DO VERBO AMAR!.
   
                 in poemas meus
                 lobo mata


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dito no auditório Carlos Paredes em 9 de Junho de 2012


Liberdade

Quem disse ao sol para deixar o azul do céu
E à lua que se escondesse no (fundo) mar
Não queria saber quanto da vida se perdeu
Pelos vindouros; querendo vos achar

E desse achamento libertador renasceu
Qual destino premonitório em tal lugar
Rica e Linda águia que demónios venceu
Bem como a angústia no manifesto olhar.

Angústia altaneira qual voo de condor
Dominando ciprestes entre montanhas
Planando livremente, voando  sem temor

Anulando, assim, destemidamente a dor
Libertada das espremidas entranhas
Por amor; feita de amor, sem ódio; desamor.
                                          In poemas meus LivII
                                           Lobo mata

Cumprida a promessa.
Prometa dedicar mais atenção e voltar brevemente!



terça-feira, 3 de abril de 2012

Prometo que na próxima aqui deixarei no minimo um poema OK1

sábado, 6 de agosto de 2011

É tempo de.

Depois de longa ausência vamos tentar por as contas em dia.
Muito há a dizer mesmo em tempo de férias, que neste ano de 2011 as férias pouco ou nada querem dizer, para muitos, claro, porque continuam (pode dizer - se ) os que estão sempre em férias mesmo quando trabalham .... que grande trabalho...
E ele é necessário, esse tipo de trbalho também é necessário, só que os que usufruem dele devem reconhecer isso mesmo e ....não digo mais!
Digo antes o meu último poema que pretende ser um soneto à Bocage... Porque nâo?

DEUS, VIDA E AMOR

Nas tuas faces lisas, tão rosadas
De vida ávidas e deslumbrantes
Caem beijos de Deusas danadas
Com os homens soturnos e flamantes

Nas tuas faces lisas e brandas
Onde correm lágrimas sonantes
Deixo caricias, doçuras sentidas
Únicas, unidas e tão marcantes

De vida que é mais que aventura
Em dias e noites de tanta dor
Sós, perante tanta desventura

Ultrapassada com todo o ardor
Pelos novos tempos de loucura
Em nome de Deus, da vida, do amor!

sábado, 26 de março de 2011