E TERMINEI COM
(Do 122 ao 128)
SINAIS
Como podem ser de agora
Os tempos de outrora
Quando o céu brilhava
E o sol aquecia
Os corações a palpitar
E as almas a sangrar
Como acontece agora!
............................
Os Deuses é que sabem
Diz o povo sabichão
Para explicar o que não sabe
Que fica sem explicação
Deixando ao Deus maior
O saber perfeito
Com muita contradição
A explicar o defeito
De quem tudo sabe
Sendo a sua perdição!
................................
Qual amor
Que amor
Anda perdido por aí
Sem saber a quem se dar
Mesmo sem entender
Onde pode chegar
Muito amor tendo para dar
Sem mar para navegar!
..............................
Não sei se alguém pediu
Não sei se respondi
Já não sei se vale a pena
Mas nada de silêncios
Haja palavra!
.............................
Não importa ao pensamento livre
O que pensa dizer
Se esquecer a liberdade
De outro acontecer
E se disser ao mundo
Onde nada se vai perder
Como as águas do rio
Que só o mar pode reter
E dali subirem ao céu
Para voltarem a cair
E lavarem o pensamento
De quem é livre de sorrir!
Lobo mata
quarta-feira, 10 de abril de 2019
COMO PROMETIDO ESTA MANHÃ
( DEIXO os poemas ditos no palácio Baldaia no âmbito do espectáculo promovido pela Tertúlia.....)
(Comecei com....)
MULHER SEMPRE
Há dias que são todos os dias
Quando se fala da mulher
Da casa ao emprego sem melodias
Nos encontros de sobreviver
Correndo engalanada
Para ao filho chegar
Mesmo estafada
Sabe não poder parar
Nas ruas abertas
Que não pode trilhar
Mesmo que sejam de festas
Com foguetes a estalar
Onde muitos vão cantando
Nos intervalos do dia
Muitos outros falando
Do que se não via
Que seja noite ou dia
Aos outros pouco importa
É mulher que só podia
Estar viva, mesmo morta
Se dando a todos com prazer
Manifestado e não sentido
Que a vida de mulher
Em pecado foi convertido
Sem lembrarem os dias
Que se fala da mulher
Como se fosse folia
A ter de acontecer
Tendo de mudar o mundo
Para nada mais perder
Com a mulher no fundo
O mundo não se vai erguer
Gritemos então unidos
Avó, mãe, irmã, tia, mulher
Os teus dias vividos
Como mulher, MULHER, MULHER!
Lobo mata
( DEIXO os poemas ditos no palácio Baldaia no âmbito do espectáculo promovido pela Tertúlia.....)
(Comecei com....)
MULHER SEMPRE
Há dias que são todos os dias
Quando se fala da mulher
Da casa ao emprego sem melodias
Nos encontros de sobreviver
Correndo engalanada
Para ao filho chegar
Mesmo estafada
Sabe não poder parar
Nas ruas abertas
Que não pode trilhar
Mesmo que sejam de festas
Com foguetes a estalar
Onde muitos vão cantando
Nos intervalos do dia
Muitos outros falando
Do que se não via
Que seja noite ou dia
Aos outros pouco importa
É mulher que só podia
Estar viva, mesmo morta
Se dando a todos com prazer
Manifestado e não sentido
Que a vida de mulher
Em pecado foi convertido
Sem lembrarem os dias
Que se fala da mulher
Como se fosse folia
A ter de acontecer
Tendo de mudar o mundo
Para nada mais perder
Com a mulher no fundo
O mundo não se vai erguer
Gritemos então unidos
Avó, mãe, irmã, tia, mulher
Os teus dias vividos
Como mulher, MULHER, MULHER!
Lobo mata
quinta-feira, 19 de julho de 2018
TENHO ANDADO LONGE DESTE ESPAÇO.
Hoje deixo aos naturais desta bela terra, CORAÇÃO DO XISTO, algumas das quadras que a enaltecem. Deixo ficar o número por uma questão de localização no tempo em que nasceram. Fiquem bem. Sorrindo.
CDXLVII
NO VALE, NA MONTANHA
"CENTRO DO UNIVERSO"
COM VONTADE TAMANHA
SOBRAL DITO EM VERSO
Lobo mata
CDL
DA PORTELA À PONTE
MUITOS PASSOS SE DARÃO
PARA BEBER NA FONTE
TANTOS, COMO NÓS, LÁ VÃO
Lobo mata
CDLXV
CORRIAS E CHORAVAS
A CAMINHO DA PONTE
PORQUE LÁ HABITAVAS
E BEBIAS NA FONTE
Lobo mata
DI
NO CORAÇÃO DO XISTO
CENTRO DO UNIVERSO
ÁGUAS QUE AVISTO
CANTAM AMOR EM VERSO
Lobo mata
(Esta tem a variante TUDO O QUE É VISTO...CANTA....)
DLXII
MEU QUERIDINHO SOBRAL
CENTRO DO FIM DO MUNDO
HAVENDO OUTRO IGUAL
SÓ PODE SER SEGUNDO
Lobo mata
DLXIX
DA PORTELA À PONTE
SE ESTENDE O SOBRAL
RIBEIRINHO TEM FONTE
NA PONTE NÃO É IGUAL
Lobo mata
DLXXII
NO CORAÇÃO DO XISTO
ATÉ AS PEDRAS FALAM
DE QUEM NÃO QUER SER VISTO
MAS SEUS SONHOS EMBALAM
Lobo mata
DLXXV
NO CORAÇÃO DO XISTO
O SANGUE TEM TANTA COR
QUE NAS PEDRAS É VISTO
COMO SUOR E AMOR
Lobo mata
DCXXV
ESTA TERRA QUERIDA
CENTRO DO UNIVERSO
SÓ SERÁ ESQUECIDA
POR QUEM ANDAR DISPERSO
Lobo mata
DCXXVI
DE CORAÇÃO ABERTO
NO CORAÇÃO DO XISTO
SEMPRE MUITO DESPERTO
PARA PODER SER VISTO
Lobo mata
Fiquem bem.
Bom fim de semana
sorrindo.
domingo, 3 de dezembro de 2017
HÁ COISA QUE NOS ACONTECEM QUE NOS AGRADAM E NEM SEMPRE AGRADECEMOS.
(por via não identificada... recebi algo poeticamente chamado POEMA DOS POEMAS para eu assinar....)
Enfim! Até assino com muito gosto a compilação que alguém que me leu gerou. Confesso que alterei ...algumas ligações, mas no essencial... o poema gerado pelos primeiros versos de 39/40 poemas de minha autoria ....tornados públicos deram nisto! E o coloco aqui mesmo e assino!!! Sorrindo
POEMAS DOS POEMAS
Era o tempo
Maria
Do poema dos poemas
Palavras
Na passagem da noite para o dia
Olhos lindos
De rica menina que sempre foste
Bem lhe dizia o sábio
Querendo estar aqui
A tempo de voltar a acreditar nas coisas impossíveis
De dizer ao sol para deixar o azul do céu
À procura do tempo perdido
Nesta página em branco.
O mundo num reboliço
Hoje
Como se o amor ainda matasse
Num fogo fugindo do mar carpindo mágoas
Recordando tempos de outrora
O que nela me encantou
Corpos estirados ao sol silente
Faces lindas tão rosadas
Se outros dias houvesse
Acordando do sonho feito poema
PARABÉNS, FELICIDADE, BEIJOS
Se eu pudesse gritar
Se eu já vos dissesse
Descendo a rua vazia
Nem tudo se perderá é bem verdade.
Se o nome Bocage memória não fizesse
Choram os mortos
A criança que chora na estrada
A mãe que me deu vida
As águas do rio que passam
Quando as teclas batem sozinhas melodias de sempre
Ser ou não ser eu
Determinado coloquei o dedo na ferida
Só
Deixando!
DEIXEI O ABRAÇO
SORRINDO!
In poemas meus livIII
Lobo mata
(por via não identificada... recebi algo poeticamente chamado POEMA DOS POEMAS para eu assinar....)
Enfim! Até assino com muito gosto a compilação que alguém que me leu gerou. Confesso que alterei ...algumas ligações, mas no essencial... o poema gerado pelos primeiros versos de 39/40 poemas de minha autoria ....tornados públicos deram nisto! E o coloco aqui mesmo e assino!!! Sorrindo
POEMAS DOS POEMAS
Era o tempo
Maria
Do poema dos poemas
Palavras
Na passagem da noite para o dia
Olhos lindos
De rica menina que sempre foste
Bem lhe dizia o sábio
Querendo estar aqui
A tempo de voltar a acreditar nas coisas impossíveis
De dizer ao sol para deixar o azul do céu
À procura do tempo perdido
Nesta página em branco.
O mundo num reboliço
Hoje
Como se o amor ainda matasse
Num fogo fugindo do mar carpindo mágoas
Recordando tempos de outrora
O que nela me encantou
Corpos estirados ao sol silente
Faces lindas tão rosadas
Se outros dias houvesse
Acordando do sonho feito poema
PARABÉNS, FELICIDADE, BEIJOS
Se eu pudesse gritar
Se eu já vos dissesse
Descendo a rua vazia
Nem tudo se perderá é bem verdade.
Se o nome Bocage memória não fizesse
Choram os mortos
A criança que chora na estrada
A mãe que me deu vida
As águas do rio que passam
Quando as teclas batem sozinhas melodias de sempre
Ser ou não ser eu
Determinado coloquei o dedo na ferida
Só
Deixando!
DEIXEI O ABRAÇO
SORRINDO!
In poemas meus livIII
Lobo mata
sábado, 4 de novembro de 2017
FRUTO DAS CIRCUNSTÂNCIAS TENHO ANDADO LONGE DESTE MEU BLOG E POR ISSO DEVO DEIXAR ALGO NOVO. ASSIM SENDO
ANDANDO
As pessoas que passam na rua
Desandam! Em todos os sentidos se vão
Procurando cada qual na sua
Esconder sempre toda, qualquer razão
Na pressa com que muitos caminham
Sem se darem conta da direcção
E em cada cruzamento se desviam
Só para provocarem contradição
Assim confundindo mentes curiosas
De quem olha e vê tal movimento
Sorrindo mais quando mais formosas
Se deixam ir sem ressentimento
De pessoas pouco ou nada charmosas
Que renegam tão belo momento!
In poemas meus
Lobo mata
(sorrindo)
ANDANDO
As pessoas que passam na rua
Desandam! Em todos os sentidos se vão
Procurando cada qual na sua
Esconder sempre toda, qualquer razão
Na pressa com que muitos caminham
Sem se darem conta da direcção
E em cada cruzamento se desviam
Só para provocarem contradição
Assim confundindo mentes curiosas
De quem olha e vê tal movimento
Sorrindo mais quando mais formosas
Se deixam ir sem ressentimento
De pessoas pouco ou nada charmosas
Que renegam tão belo momento!
In poemas meus
Lobo mata
(sorrindo)
quarta-feira, 21 de junho de 2017
VIVÊNCIAS
CXCV
Meus olhos rasos de água
rasgam montanhas
percorrendo espaços
à procura do universo.
Olhos
Conquistando mundos irados
mas adormecidos pelo embalo
das estrelas.
Olhos
Que nas noites de lua Nova
se atrevem a brilhar e cintilar
como se fossem luar.
E as lágrimas soltam-se de felicidade
matando a sede
de quem tem sede de amar!
In poemas meus liv II
Lobo mata
sorrindo
CXCV
Meus olhos rasos de água
rasgam montanhas
percorrendo espaços
à procura do universo.
Olhos
Conquistando mundos irados
mas adormecidos pelo embalo
das estrelas.
Olhos
Que nas noites de lua Nova
se atrevem a brilhar e cintilar
como se fossem luar.
E as lágrimas soltam-se de felicidade
matando a sede
de quem tem sede de amar!
In poemas meus liv II
Lobo mata
sorrindo
terça-feira, 14 de março de 2017
COMO PROMETIDO
(dito em 4/3/2017 no auditório)
MÃE. A TODAS AS MÃES
A mãe que me deu vida
E a vida que a vida me deu
Jamais será esquecida
Quer na terra
Quer no céu.
Da vida que ela me deu
A partir do nascimento
Nada se perdeu
Sem arrependimento
Neste nascer e crescer
Que faz parte da vida
Bem como sofrer
Pela felicidade perseguida
Na constante procura
Ao encontro do bem
Até chegar a altura
De ver o mal; também
Porque neste jogo a valer
Entre o tudo e o nada
É importante perceber
Que a vida deve ser amada
E acima de tudo
QUERIDA
Porque nascer e crescer é
VIDA
Porque a mãe que me deu vida
E a vida que a vida me deu
Nunca será esquecida
Mas lembrada
ATÉ NO CÉU!
In poemas meus livII
Lobo mata
(dito em 4/3/2017 no auditório)
MÃE. A TODAS AS MÃES
A mãe que me deu vida
E a vida que a vida me deu
Jamais será esquecida
Quer na terra
Quer no céu.
Da vida que ela me deu
A partir do nascimento
Nada se perdeu
Sem arrependimento
Neste nascer e crescer
Que faz parte da vida
Bem como sofrer
Pela felicidade perseguida
Na constante procura
Ao encontro do bem
Até chegar a altura
De ver o mal; também
Porque neste jogo a valer
Entre o tudo e o nada
É importante perceber
Que a vida deve ser amada
E acima de tudo
QUERIDA
Porque nascer e crescer é
VIDA
Porque a mãe que me deu vida
E a vida que a vida me deu
Nunca será esquecida
Mas lembrada
ATÉ NO CÉU!
In poemas meus livII
Lobo mata
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
MEMÓRIA AÇOR
MEMÓRIA AÇOR
Encontrei um amor perdido
Bem no sopé do Açor
E com tal achado
Fui subindo com fervor
Sem me perder no caminho
Que a pastora bem conhecia
E dela todo o carinho
Era o que mais queria
De mãos dadas subimos
Como se o fim fosse o céu
Afinal quando partimos
Nada se perdeu
Só a vida perdida
Como o amor que se deu
Numa verdade escondida
Na noite negra de breu
E nela o sol nasceu
Do vale até ao cume
E outro amor renasceu
Bem envolto no perfume
Entre os cheiros da montanha
De urzes sempre a florir
Ninguém nos apanha
Não paramos de subir
Atingir o céu ou inferno
Nada disso importa
Verão ou Inverno
Até pode ser letra morta
Ao encontro da felicidade
Coisa mais que merecida
Mesmo sendo verdade
Ser no final da vida!
In poemas meus liv II
Lobo mata
(sorrindo)
Encontrei um amor perdido
Bem no sopé do Açor
E com tal achado
Fui subindo com fervor
Sem me perder no caminho
Que a pastora bem conhecia
E dela todo o carinho
Era o que mais queria
De mãos dadas subimos
Como se o fim fosse o céu
Afinal quando partimos
Nada se perdeu
Só a vida perdida
Como o amor que se deu
Numa verdade escondida
Na noite negra de breu
E nela o sol nasceu
Do vale até ao cume
E outro amor renasceu
Bem envolto no perfume
Entre os cheiros da montanha
De urzes sempre a florir
Ninguém nos apanha
Não paramos de subir
Atingir o céu ou inferno
Nada disso importa
Verão ou Inverno
Até pode ser letra morta
Ao encontro da felicidade
Coisa mais que merecida
Mesmo sendo verdade
Ser no final da vida!
In poemas meus liv II
Lobo mata
(sorrindo)
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Todos menos eu podem esquecer de vir ao blog
VOO DO AÇOR NO AÇOR
Era o tempo de tudo voar
Andando num burburinho
Como se o vento a passar
Se aventurasse sozinho
Por montes e vales andar
Como se fosse doidinho
Era o tempo de tudo voar
Tendo asas ou não
Apenas para lembrar
Que quem voa não tem chão
Nem sequer onde cair
Se não pensar como sair...
Desse voo desesperado
Que o leva bem longe
Sem ser assegurado
O regresso de monge
À terra prometida
Sem alma ou alma perdida.
Era o tempo de voar
Ser açor em pensamento
Antes de alcançar
Tudo num só momento
Viver no Açor a tentação
De ter asas e asar
(Como se fosse maldição
dando fim à maldição)
De quem não as pode parar.
Como pássaro sem ninho
Sem ter onde morar
Procurando carinho
Sem nunca o encontrar!
In poemas meus liv II
Lobo mata
(sorrindo)
VOO DO AÇOR NO AÇOR
Era o tempo de tudo voar
Andando num burburinho
Como se o vento a passar
Se aventurasse sozinho
Por montes e vales andar
Como se fosse doidinho
Era o tempo de tudo voar
Tendo asas ou não
Apenas para lembrar
Que quem voa não tem chão
Nem sequer onde cair
Se não pensar como sair...
Desse voo desesperado
Que o leva bem longe
Sem ser assegurado
O regresso de monge
À terra prometida
Sem alma ou alma perdida.
Era o tempo de voar
Ser açor em pensamento
Antes de alcançar
Tudo num só momento
Viver no Açor a tentação
De ter asas e asar
(Como se fosse maldição
dando fim à maldição)
De quem não as pode parar.
Como pássaro sem ninho
Sem ter onde morar
Procurando carinho
Sem nunca o encontrar!
In poemas meus liv II
Lobo mata
(sorrindo)
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
E que tal algo diferente só para quem é mais amigo!?
CANTAR LIBERDADE
Quando os pássaros cantavam a liberdade
E as árvores dançavam ao sabor do vento
Encantadas pelo encanto do canto
De pintassilgos, cotovias e pardais
Os homens choravam a alegria
De serem homens
Livres de pensamento
Longe da agonia
De apenas serem
UM MOMENTO!
Lobo mata
(sorrindo)
CANTAR LIBERDADE
Quando os pássaros cantavam a liberdade
E as árvores dançavam ao sabor do vento
Encantadas pelo encanto do canto
De pintassilgos, cotovias e pardais
Os homens choravam a alegria
De serem homens
Livres de pensamento
Longe da agonia
De apenas serem
UM MOMENTO!
Lobo mata
(sorrindo)
quinta-feira, 31 de março de 2016
Confesso que já tenho "vontade" de entrar comentando a vida politica que parece mais interessante..... agora. Mas vou deixar para outra ocasião.
Hoje é tempo de cumprir um compromisso outro dia assumido com quem de vez em quando vai passando por aqui.
TEMPO DE AMAR
Eram tempos de espera
Do teu olhar em mim
Na vida que desespera
Esperando o sem fim.
Do tempo que se sentia
Bem dentro de mim
Me dava e te dizia
Sem precisar dizer sim!
Te quero ver, sentir e ter
Corpo aberto, alma pura
Sorriso de envaidecer
Sem sinal de amargura
Mesmo com tanta espera
Agradecendo a ventura
De seres quem lidera
O que ando à procura
Do teu corpo de mulher
De tudo o que é meu
O tudo que te quero dar
Qual de nós o mereceu?
Quem o vai agarrar?
Sem ter medo da espera
Do tempo que vai passar
O amor não desespera
Vai ser tempo, tempo de amar!
In poemas meus liv II
Lobo mata
(sorrindo)
Hoje é tempo de cumprir um compromisso outro dia assumido com quem de vez em quando vai passando por aqui.
TEMPO DE AMAR
Eram tempos de espera
Do teu olhar em mim
Na vida que desespera
Esperando o sem fim.
Do tempo que se sentia
Bem dentro de mim
Me dava e te dizia
Sem precisar dizer sim!
Te quero ver, sentir e ter
Corpo aberto, alma pura
Sorriso de envaidecer
Sem sinal de amargura
Mesmo com tanta espera
Agradecendo a ventura
De seres quem lidera
O que ando à procura
Do teu corpo de mulher
De tudo o que é meu
O tudo que te quero dar
Qual de nós o mereceu?
Quem o vai agarrar?
Sem ter medo da espera
Do tempo que vai passar
O amor não desespera
Vai ser tempo, tempo de amar!
In poemas meus liv II
Lobo mata
(sorrindo)
terça-feira, 15 de março de 2016
Com os devidos cumprimentos a quem por aqui vai passando deixo mais um poema que fala do Açor a minha montanha.
NO AÇOR - O VOO DO AÇOR
As lágrimas que ali deixei
Correram livres pela montanha
Formando ribeiras de lei
Com sua força tamanha
Bem no sopé do Açor
Águas puras e livres
Lavando corpos esquecidos
Que são fruto dos amores
Que por lá andaram perdidos
E que de amor em amor
Se tornaram mais queridos.
Lágrimas perdidas no encanto e pureza do lugar
Todas correm para espanto de quem passa e lança olhar
De terem de ser puras
Tão puras como o açor
Que por ali voa bem alto
Observando amores futuros
Espalhando e dando amor
Entre riachos, vales ou no planalto
Voando alto
Até ao amor se entregar
E, no eterno amor naufragar!
In poemas meus Liv II
Lobo mata
NO AÇOR - O VOO DO AÇOR
As lágrimas que ali deixei
Correram livres pela montanha
Formando ribeiras de lei
Com sua força tamanha
Bem no sopé do Açor
Águas puras e livres
Lavando corpos esquecidos
Que são fruto dos amores
Que por lá andaram perdidos
E que de amor em amor
Se tornaram mais queridos.
Lágrimas perdidas no encanto e pureza do lugar
Todas correm para espanto de quem passa e lança olhar
De terem de ser puras
Tão puras como o açor
Que por ali voa bem alto
Observando amores futuros
Espalhando e dando amor
Entre riachos, vales ou no planalto
Voando alto
Até ao amor se entregar
E, no eterno amor naufragar!
In poemas meus Liv II
Lobo mata
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Pois!
Confesso que a politica por este espaço me cansou e desinteressou quando o amigo MARCELO "CAETANDO" REBELO DE SOUSA teve o desplante de me deixar fora do conselho de estado. Mais grave ainda quando me dispensa de ser conselheiro pessoal!!!! Isso? Nunca!!!!
Resta a poesia.
À LAMBADA
Sorrisos perfeitos vão passando
Virando risos, chacota universal
Entre espaços se engalanando
Sem se darem conta do seu final
Estigmas recorrentes, vida alegre
Vivida em torno do parecer ser
Como se tudo fosse milagre
À espera dum outro acontecer
Milagres que de tão adquiridos
E proveniência tão indefinida
Jamais poderão ser entendidos
Por quem só tem, tudo, que é nada
E em noites de dias mal-medidos
Tudo relvem à lambada.
In poemas meus Liv II
Lobo mata
CÉU OU INFERNO
Não nasci para amar
Nem ouvir dizer amor
Talvez com outro cantar
Tivesse algum louvor.
Com merecimento viver
Na terra prometida
Onde tudo pudesse valer
Antes da despedida.
Da ida, digo eu
Sem qualquer satisfação
Porque tudo se esqueceu
Para além da devoção
Ficando restos de amor
Em palavras soltas, mortais
Talvez algum fervor
Em algum dos seus iguais.
Não nasci para amar
Nem sequer um bocadinho
Talvez com outro cantar
Agora houvesse choradinho
Mas tudo vejo sorrindo
Neste universo perdido
Onde ando mentindo!?
À espera de ser achado
QUE O SEJA POR DEUS
ANTES DE SER DIABO!
In poemas meus Liv II
Lobo mata
boa noite
até sempre
sorrindo!
Confesso que a politica por este espaço me cansou e desinteressou quando o amigo MARCELO "CAETANDO" REBELO DE SOUSA teve o desplante de me deixar fora do conselho de estado. Mais grave ainda quando me dispensa de ser conselheiro pessoal!!!! Isso? Nunca!!!!
Resta a poesia.
À LAMBADA
Sorrisos perfeitos vão passando
Virando risos, chacota universal
Entre espaços se engalanando
Sem se darem conta do seu final
Estigmas recorrentes, vida alegre
Vivida em torno do parecer ser
Como se tudo fosse milagre
À espera dum outro acontecer
Milagres que de tão adquiridos
E proveniência tão indefinida
Jamais poderão ser entendidos
Por quem só tem, tudo, que é nada
E em noites de dias mal-medidos
Tudo relvem à lambada.
In poemas meus Liv II
Lobo mata
CÉU OU INFERNO
Não nasci para amar
Nem ouvir dizer amor
Talvez com outro cantar
Tivesse algum louvor.
Com merecimento viver
Na terra prometida
Onde tudo pudesse valer
Antes da despedida.
Da ida, digo eu
Sem qualquer satisfação
Porque tudo se esqueceu
Para além da devoção
Ficando restos de amor
Em palavras soltas, mortais
Talvez algum fervor
Em algum dos seus iguais.
Não nasci para amar
Nem sequer um bocadinho
Talvez com outro cantar
Agora houvesse choradinho
Mas tudo vejo sorrindo
Neste universo perdido
Onde ando mentindo!?
À espera de ser achado
QUE O SEJA POR DEUS
ANTES DE SER DIABO!
In poemas meus Liv II
Lobo mata
boa noite
até sempre
sorrindo!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
MALMEQUERES DO AMOR
Como se o amor falasse baixinho
Dizendo-lhe em segredo ao coração
Como era loucura tal beijinho
Dado e deixado em perdição.
Porque ao beijinho assim dado
Princípio e fim de tanta emoção
Se juntou tudo, bem animado
Em festinhas e festas com serão
Por ser a mais linda e desejada
Perfume dos perfumes de ricas flores
Prá vida e amor sensibilizada
Rendida à beleza dos malmequeres
Que querendo-a bem abraçada
A louvam d´entre todas as mulheres!
In poemas meus Liv II
Lobo mata
(sorrindo)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
PRIMAVERA DO AMOR
As aves voam baixinho
Em tempo de maré alta
Tantas ficam pelo caminho
Muitas ficam em falta
Na primavera seguinte
Sem nela poderem entrar
Não vivendo o requinte
Do seu novo cantar.
Cantadeiras da liberdade
Salvas do naufragar
Por sua simples vontade
E desejos de chegar
De chegar ao fim do caminho
Onde todos querem estar
Mesmo contra o destino
Escrito em pergaminho
Para na História ficar.
Aves do nosso encantamento
Alegrias do nosso pensar
Curandeiras do tormento
Que evitam nosso naufragar
Em tempo de maré cheia
Em tempo de invasão do mar
Deixando prevalecer a ideia
De nada mais haver a alcançar
Nem do amor vivido
Nem do amor de namorar
Mesmo que rendido
Sem nele poder entrar.
Pois se não pode nada
Deixem ao menos prever
A futura alvorada
Que as aves vão trazer
Quando for primavera
Sentindo no seu trinar
Sempre. Sempre ser,
Sempre ser, vontade de amar!
In poemas meusLivII
Lobo mata
As aves voam baixinho
Em tempo de maré alta
Tantas ficam pelo caminho
Muitas ficam em falta
Na primavera seguinte
Sem nela poderem entrar
Não vivendo o requinte
Do seu novo cantar.
Cantadeiras da liberdade
Salvas do naufragar
Por sua simples vontade
E desejos de chegar
De chegar ao fim do caminho
Onde todos querem estar
Mesmo contra o destino
Escrito em pergaminho
Para na História ficar.
Aves do nosso encantamento
Alegrias do nosso pensar
Curandeiras do tormento
Que evitam nosso naufragar
Em tempo de maré cheia
Em tempo de invasão do mar
Deixando prevalecer a ideia
De nada mais haver a alcançar
Nem do amor vivido
Nem do amor de namorar
Mesmo que rendido
Sem nele poder entrar.
Pois se não pode nada
Deixem ao menos prever
A futura alvorada
Que as aves vão trazer
Quando for primavera
Sentindo no seu trinar
Sempre. Sempre ser,
Sempre ser, vontade de amar!
In poemas meusLivII
Lobo mata
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Sem mais palavras. (sorrindo! sempre!)
LÁGRIMA AZUL
A lágrima que deixei cair
Mesmo no destino inverso
Nunca deixou de sorrir
Neste mundo tão disperso
Que nem lágrima vê
Em águas mil correndo
Enchente que ninguém lê
Em faces negras morrendo
Sempre na secura da sede
De vida perdida
A lágrima já mede
A morte prematura
Na lágrima manifesta
De alguém cuja ventura...
Só resta...
A lágrima azul
Muito mais que azul
E PURA!!!
In poemas meus LivII
Lobo mata
LÁGRIMA AZUL
A lágrima que deixei cair
Mesmo no destino inverso
Nunca deixou de sorrir
Neste mundo tão disperso
Que nem lágrima vê
Em águas mil correndo
Enchente que ninguém lê
Em faces negras morrendo
Sempre na secura da sede
De vida perdida
A lágrima já mede
A morte prematura
Na lágrima manifesta
De alguém cuja ventura...
Só resta...
A lágrima azul
Muito mais que azul
E PURA!!!
In poemas meus LivII
Lobo mata
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Não sei bem porquê... talvez porque me não agradaram as noticias de sondagens eleitorais que não dá para serem percebidas..... Tentei dormir!
Mas não era ainda tempo e li e reli....
e me levantei
e aqui estou dando conta do que estava escrito numa folha de papel meio amachucada.... por andar perdida no bolso das calças três dias.
Como sabem esse é o tempo que habitualmente dou antes... de......
Este meu espaço merece esta actualização! E os amigos que vão passando...também!!!!
A "BELA" ESPLANADA
Estava a Bela assentada
E na esplanada espraiada
Toda tão cheia de encanto
Que a todos fazia espanto.
Andando para cima e para baixo
Por um e outro lado da avenida
Fosse manhã ou tarde
Saboreando odores da vida
Nunca a dando por perdida
E dela fazendo alarde.
Foi assim muito bem achada
A Bela bem assentada
Linda e espraiada
À espera do grande amor
Que chega sempre ao nascer do sol
E dura depois do sol se pôr.
Ele com saudade da Bela!
Ela com saudade do amor!!!
In poemas meus LivII
Lobo mata
Mas não era ainda tempo e li e reli....
e me levantei
e aqui estou dando conta do que estava escrito numa folha de papel meio amachucada.... por andar perdida no bolso das calças três dias.
Como sabem esse é o tempo que habitualmente dou antes... de......
Este meu espaço merece esta actualização! E os amigos que vão passando...também!!!!
A "BELA" ESPLANADA
Estava a Bela assentada
E na esplanada espraiada
Toda tão cheia de encanto
Que a todos fazia espanto.
Andando para cima e para baixo
Por um e outro lado da avenida
Fosse manhã ou tarde
Saboreando odores da vida
Nunca a dando por perdida
E dela fazendo alarde.
Foi assim muito bem achada
A Bela bem assentada
Linda e espraiada
À espera do grande amor
Que chega sempre ao nascer do sol
E dura depois do sol se pôr.
Ele com saudade da Bela!
Ela com saudade do amor!!!
In poemas meus LivII
Lobo mata
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